Do profundo abismo chamo por vos Senhor.
Senhor escuta a voz da minha súplica.
quarta-feira, 7 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Exame de consciência à luz da Mensagem do Papa para a Quaresma de 2012
Na sua Mensagem para a Quaresma, o Santo Padre desafia-nos a prestarmos maior atenção aos outros e a estimularmo-nos, na prática do amor e das boas obras. Somos agora convidados a «prestar atenção», a observar bem, a estarmos atentos, a olhar conscienciosamente e a darmo-nos conta sobretudo do que não vai bem, ou podia ir melhor, na nossa própria vida! Não vá acontecer de vermos um argueiro na vista do outro e não nos darmos conta de uma trave na nossa (Lc.6,41)! À luz da Mensagem do Santo Padre, inspirada na exortação da Carta aos Hebreus (10,24), deixemo-nos interpelar por algumas perguntas, num breve exame de consciência:
1. Vivo a minha fé, de modo individualista, esquecendo-me de que sou membro do mesmo Corpo de Cristo, que é a Igreja? Ou procuro viver a fé, em comunhão com os outros, estimulando-os, no caminho do amor e na prática das boas obras?
2. Vivo a minha vida cristã, como um velho hábito e um peso, um cansaço e uma rotina, sem beleza, nem melhoria? Ou procuro, todos os dias, crescer em santidade, na certeza de que, «no caminho da fé, quem não avança, recua»?
3. Tenho o costume de abandonar, sem motivo grave, a assembleia litúrgica e a vida da minha comunidade paroquial? Ou levo a peito o cuidado pela vida espiritual, através da Oração diária, da celebração da reconciliação e da participação dominical na Eucaristia?
4. Tenho o meu coração endurecido, por uma espécie de «anestesia espiritual», que me torna cego ao sofrimento dos outros e surdo ao brado dos pobres? Ou deixo brotar do meu coração as sementes da solidariedade, da justiça, da misericórdia e da compaixão, para com os que mais sofrem? Estou particularmente atento às dificuldades dos meus familiares mais próximos?
5. O meu coração está completamente absorvido pelas minhas coisas e pelos meus problemas? Ou interesso-me realmente pelos outros? Tenho verdadeira solicitude tanto pelo bem material como pelo bem espiritual dos outros?
6. Fico calado, desinteressado e indiferente, diante do mal, por medo, aparente respeito humano, mera comodidade ou vergonha? Ou sou capaz de corrigir os que erram, com amor, mansidão e verdadeira humildade, deixando-me eu próprio corrigir pelos outros?
7. Recuso-me a «pôr a render os talentos» que me foram dados, por Deus, para o bem de todos? Ou manifesto disponibilidade, para servir mais e melhor a família, a sociedade e a comunidade cristã, de que faço parte?
Bom exame de consciência
1. Vivo a minha fé, de modo individualista, esquecendo-me de que sou membro do mesmo Corpo de Cristo, que é a Igreja? Ou procuro viver a fé, em comunhão com os outros, estimulando-os, no caminho do amor e na prática das boas obras?
2. Vivo a minha vida cristã, como um velho hábito e um peso, um cansaço e uma rotina, sem beleza, nem melhoria? Ou procuro, todos os dias, crescer em santidade, na certeza de que, «no caminho da fé, quem não avança, recua»?
3. Tenho o costume de abandonar, sem motivo grave, a assembleia litúrgica e a vida da minha comunidade paroquial? Ou levo a peito o cuidado pela vida espiritual, através da Oração diária, da celebração da reconciliação e da participação dominical na Eucaristia?
4. Tenho o meu coração endurecido, por uma espécie de «anestesia espiritual», que me torna cego ao sofrimento dos outros e surdo ao brado dos pobres? Ou deixo brotar do meu coração as sementes da solidariedade, da justiça, da misericórdia e da compaixão, para com os que mais sofrem? Estou particularmente atento às dificuldades dos meus familiares mais próximos?
5. O meu coração está completamente absorvido pelas minhas coisas e pelos meus problemas? Ou interesso-me realmente pelos outros? Tenho verdadeira solicitude tanto pelo bem material como pelo bem espiritual dos outros?
6. Fico calado, desinteressado e indiferente, diante do mal, por medo, aparente respeito humano, mera comodidade ou vergonha? Ou sou capaz de corrigir os que erram, com amor, mansidão e verdadeira humildade, deixando-me eu próprio corrigir pelos outros?
7. Recuso-me a «pôr a render os talentos» que me foram dados, por Deus, para o bem de todos? Ou manifesto disponibilidade, para servir mais e melhor a família, a sociedade e a comunidade cristã, de que faço parte?
Bom exame de consciência
domingo, 4 de março de 2012
II Domingo da Quaresma
No arco-íris, inscrevemos os tesouros, que tiramos hoje da nossa arca da aliança: os filhos.
Na verdade, os filhos são um precioso tesouro. São o património mais rico dessa aliança de amor, que é o matrimónio.
Damos agora um passo de gigante e passamos da aliança com Noé à aliança com Abraão. Na aliança, que Deus faz agora com Abraão, é-lhe prometida uma descendência, a partir do seu descendente: Isaac. Ele é o Filho Único, o sinal e o sorriso de Deus. Ele é o seu tesouro. E a sua enorme descendência é a sua riqueza maior.
Nós somos da descendência de Abraão. Cada um é o «filho único» para quem Deus olha com agrado. Mas nem sempre correspondemos ao amor que Deus tem por nós e pecámos. Por isso, pedimos perdão.
Na verdade, os filhos são um precioso tesouro. São o património mais rico dessa aliança de amor, que é o matrimónio.
Damos agora um passo de gigante e passamos da aliança com Noé à aliança com Abraão. Na aliança, que Deus faz agora com Abraão, é-lhe prometida uma descendência, a partir do seu descendente: Isaac. Ele é o Filho Único, o sinal e o sorriso de Deus. Ele é o seu tesouro. E a sua enorme descendência é a sua riqueza maior.
Nós somos da descendência de Abraão. Cada um é o «filho único» para quem Deus olha com agrado. Mas nem sempre correspondemos ao amor que Deus tem por nós e pecámos. Por isso, pedimos perdão.
sexta-feira, 2 de março de 2012
SALVAI-ME, SENHOR PORQUE SOU PECADOR
Eu digo: Senhor tende piedade de mim
curai-me, pois pequei contra Vós.
curai-me, pois pequei contra Vós.
Ágape
Senhor
Tu és o bom Pastor.
Eu sou a tua ovelha.
Uns dias estou, sujo;
Outros estou doente.
Uns dias escondo-me;
Outros dias revelo-me.
Sou uma ovelha uma vez mansa outra vez agitada.
Sou uma ovelha por vezes perdida,outras vezes reconhecida.
Eu sou a tua ovelha senhor.
Eu conheço a tua voz.
Por vezes a surdez toma conta de mim.
Eu sou a tua ovelha senhor.
Não permitas que eu me perca,
Que eu me desvie do Teu rebanho.
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor
Vem encontrar-me.
Amén
Tu és o bom Pastor.
Eu sou a tua ovelha.
Uns dias estou, sujo;
Outros estou doente.
Uns dias escondo-me;
Outros dias revelo-me.
Sou uma ovelha uma vez mansa outra vez agitada.
Sou uma ovelha por vezes perdida,outras vezes reconhecida.
Eu sou a tua ovelha senhor.
Eu conheço a tua voz.
Por vezes a surdez toma conta de mim.
Eu sou a tua ovelha senhor.
Não permitas que eu me perca,
Que eu me desvie do Teu rebanho.
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor
Vem encontrar-me.
Amén
Foi vencida a morte
A morte de Cristo não foi a escuridão final. Foi um principio. Conduziu à vida. Ele ressuscitou: esta é a verdadeira mensagem da Pascoa. Quando o encontro na minha escuridão, é o Jesus ressuscitado que eu encontro, trazendo-me a sua dádiva da ressurreição com toda a alegria e paz que isso significa. Estou confiante que a morte conduz à vida, sejam as pequenas mortes que acontecem todos os dias, ou aquela última mudança que é a própria morte.
Quais quer que sejam os nossos problemas ou incertezas, embora o futuro pareça muito escuro, podemos sempre ir em frente para o desconhecido, com coragem. Jesus Cristo também experimentou essa escuridão, mas através dela encontrou a luz; ressuscitou dos mortos. Esta é a razão principal porque devemos estar alegres e em paz.
Quais quer que sejam os nossos problemas ou incertezas, embora o futuro pareça muito escuro, podemos sempre ir em frente para o desconhecido, com coragem. Jesus Cristo também experimentou essa escuridão, mas através dela encontrou a luz; ressuscitou dos mortos. Esta é a razão principal porque devemos estar alegres e em paz.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Rezar na Quaresma
Também nós necessitamos
Por vezes, ao longo da vida, como Nosso Senhor, também nós necessitamos de viver 40 dias no deserto, para ouvir Deus mais atentamente e para purificar os nossos corações. Todos os anos penetramos mais profundamente, e compartilhamos mais completamente, o mistério da vida e amor divinos revelados na morte, ressurreição e ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Durante a Quaresma reflectimos no mistério recordando as tês tentações de Nosso senhor depois de quarenta dias de jejum e oração
O Tabor e o Calvário
O Tabor e o Calvário, nas suas maneiras diferentes, revelam a verdadeira face de Cristo que é o Filho do Homem e o Homem do Sofrimento. Mas tem de haver, como todos sabemos, uma ulterior revelação, quando o crucificado se torna o Senhor ressuscitado. Foi então que foram mostrados à humanidade sofredora o seu destino e significado finais. A morte e o sofrimento foram vencidos pela glória.
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