segunda-feira, 19 de novembro de 2012


Hoje precisamos muito de pessoas, como o jovem Daniel, que faz resplandecer, num mundo escuro, a luz da fé. Fazem falta padres, que sejam nossos irmãos e servidores da fé dos irmãos. Precisamos de pessoas, que sejam como «estrelas», que tiram os nossos olhos do chão e nos fazem olhar para o céu, para Deus. Neste dia, pensamos sobretudo nos padres. Precisamos mais dos padres. Padres, que pelo sinal da sua vida consagrada, nos lembrem Deus, o nosso futuro Eterno, de que já não nos lembrávamos! Padres, que nos guiem na fé e na esperança do futuro, que é Deus.

Jesus traz-nos palavras de esperança


Estamos quase a concluir o Ano Litúrgico, este tempo de graça, em que celebramos, a presença ativa e escondida de Jesus, que desceu do céu, para ficar connosco todos os dias, e no dia-a-dia da nossa vida. Em todo o tempo e lugar, Jesus está connosco. Sobretudo, nos tempos mais difíceis, Jesus traz-nos palavras de esperança e a certeza de que tudo passa, mas o Seu amor é eterno e indestrutível. Ao contrário do que nos parecerá, à primeira vista e na primeira escuta das leituras deste domingo passado, afinal «os pensamentos do Senhor são de paz e não de desgraça» (Jer.29,11.12.14, e o seu «evangelho» é mesmo uma boa nova de esperança, para todos nós

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

São Martinho


Ontem celabramos S. Martinho, um
exemplo luminoso de fé e de generosidade é-nos dado, hoje, pela figura popular de São Martinho. Também ele se distinguiu, pela coragem da fé, que o fez abandonar a vida pagã e tornar-se cristão, até escolher a vida monástica e ser eleito bispo. Nele, a fé frutificou em caridade, como é sabido do famoso gesto de repartir a capa, com um «sem-abrigo» da sua época!

Jesus sabe e conheçe tudo


Jesus neste domingo que passou,não era um observador da troika, instalado na capital religiosa de um país ocupado! Nem sabia nada de finanças, nem estava ali a contar os tostões, por causa da crise ou à espera, no templo, do milagre do euro milhões. Mais do que isto, Jesus Cristo, diz o evangelista “observava como cada um deitava o dinheiro na caixa”. Jesus não nos vê, nem nos mede, como números ou à peça. Jesus vê “como” cada um dá! Jesus vê o coração que dá. Para Jesus conta muito mais o que fica no bolso de cada um, do que aquilo que cai na bolsa do templo!

Vem Segue-Me


Cristo entra neste santuário e observa, com toda a atenção, a generosidade do nosso coração. Ele que Se ofereceu todo e a todos, e de uma vez por todas, desafia-nos a amá-lo e a servir a sua Igreja, de coração inteiro, particularmente nos mais pobres. Neste início da Semana dos Seminários, tenhamos presentes os seminaristas e seus formadores. Ofereçamos ao Senhor a alegria das crianças, a ousadia dos adolescentes e sobretudo o entusiasmo dos jovens , para que o Senhor, ao passar e chamar, encontre neles a coragem de dar tudo, e de se darem com amor!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Exame de consciência à luz da Mensagem do Papa para a Quaresma de 2012, mas que se torna muito actual diáriamente


Na sua Mensagem para a Quaresma, o Santo Padre desafia-nos a prestarmos maior atenção aos outros e a estimularmo-nos, na prática do amor e das boas obras. Somos agora convidados a «prestar atenção», a observar bem, a estarmos atentos, a olhar conscienciosamente e a darmo-nos conta sobretudo do que não vai bem, ou podia ir melhor, na nossa própria vida! Não vá acontecer de vermos um argueiro na vista do outro e não nos darmos conta de uma trave na nossa (Lc.6,41)! À luz da Mensagem do Santo Padre, inspirada na exortação da Carta aos Hebreus (10,24), deixemo-nos interpelar por algumas perguntas, num breve exame de consciência: 1. Vivo a minha fé, de modo individualista, esquecendo-me de que sou membro do mesmo Corpo de Cristo, que é a Igreja? Ou procuro viver a fé, em comunhão com os outros, estimulando-os, no caminho do amor e na prática das boas obras? 2. Vivo a minha vida cristã, como um velho hábito e um peso, um cansaço e uma rotina, sem beleza, nem melhoria? Ou procuro, todos os dias, crescer em santidade, na certeza de que, «no caminho da fé, quem não avança, recua»? 3. Tenho o costume de abandonar, sem motivo grave, a assembleia litúrgica e a vida da minha comunidade paroquial? Ou levo a peito o cuidado pela vida espiritual, através da Oração diária, da celebração da reconciliação e da participação dominical na Eucaristia? 4. Tenho o meu coração endurecido, por uma espécie de «anestesia espiritual», que me torna cego ao sofrimento dos outros e surdo ao brado dos pobres? Ou deixo brotar do meu coração as sementes da solidariedade, da justiça, da misericórdia e da compaixão, para com os que mais sofrem? Estou particularmente atento às dificuldades dos meus familiares mais próximos? 5. O meu coração está completamente absorvido pelas minhas coisas e pelos meus problemas? Ou interesso-me realmente pelos outros? Tenho verdadeira solicitude tanto pelo bem material como pelo bem espiritual dos outros? 6. Fico calado, desinteressado e indiferente, diante do mal, por medo, aparente respeito humano, mera comodidade ou vergonha? Ou sou capaz de corrigir os que erram, com amor, mansidão e verdadeira humildade, deixando-me eu próprio corrigir pelos outros? 7. Recuso-me a «pôr a render os talentos» que me foram dados, por Deus, para o bem de todos? Ou manifesto disponibilidade, para servir mais e melhor a família, a sociedade e a comunidade cristã, de que faço parte?

De Jesus


De: Jesus Para: Jovens corajosos Assunto: Preciso de ti Preciso de ti. Para me anunciares ao mundo. Mas não te esqueças de que, mais alto do que as palavras, fala o testemunho. Dá testemunho desta Vida Nova que estou a fazer germinar em ti, e verás que as palavras sobrarão. Os teus irmãos dar-se-ão conta de que és especialmente feliz e tens um jeito diferente de ser, viver e estar com todos. Então se perguntarem qual é o teu segredo fala-lhe de Mim. Sei que não te vais envergonhar de mim. Porque conheço o lugar que tenho na tua vida: não és capaz de viver sem mim. Ora bem, também eu preciso de ti. Preciso de Apóstolos que, em meu nome, anunciem o sentido de plenitude que a vida ganha, quando os corações se abrem à minha presença recriadora. Preciso de discípulos que, em meu nome testemunhem a alegria da Fé, da Esperança e do Amor. Preciso de ti…. Um forte abraço deste teu Irmão: Jesus

Hino de Completas


Nós Te louvamos, Senhor, Ao terminar este dia. Desce a noite sobre nós, Mas a fé nos alumia. Obrigado pela vida, Tua dádiva paterna. Que a apresentemos sem mancha No esplendor da luz eterna. Obrigado pelo muito Que neste dia nos deste E perdoa-nos o pouco Que de nós Tu recebeste. Porque és Pai e és amigo, Sentindo-Te a nosso lado, Damos ao sono da noite O coração sossegado. A Ti, Deus Pai de bondade E a Jesus, Nosso Senhor, E ao Espírito Paráclito, Honra, glória e louvor!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Neste Ano da Fé

Neste Ano da Fé, dêmo-nos conta, de que os santos são verdadeiras estrelas no firmamento da história, que nos guiam no caminho da fé. “Pela fé, Maria acolheu a palavra do Anjo e acreditou no anúncio de que seria Mãe de Deus (…) Pela fé, os Apóstolos deixaram tudo para seguir o Mestre. Pela fé, os discípulos formaram a primeira comunidade cristã. Pela fé, os mártires deram a sua vida para testemunhar o Evangelho. Pela fé, homens e mulheres consagraram a sua vida a Cristo, deixando tudo, para viver em simplicidade evangélica. Pela fé, muitos cristãos tornaram-se promotores da justiça. Pela fé, no decurso dos séculos, homens e mulheres, de todas as idades, cujo nome está escrito no Livro da vida (cf. Ap 7, 9; 13, 8), confessaram a beleza de seguir o Senhor Jesus, nos lugares onde eram chamados a dar testemunho do seu ser cristão: na família, na profissão, na vida pública, no exercício dos carismas e ministérios, a que foram chamados” (cf. Porta Fidei, 13).

Todos os Santos

“Será decisivo repassar, durante este Ano, a história da nossa fé, que faz ver o mistério insondável da santidade de Deus, entrelaçada com o pecado dos homens. Enquanto a história da santidade, põe em evidência a grande contribuição que homens e mulheres prestaram para o crescimento e o progresso da comunidade, a realidade do nosso pecado, deve provocar em todos uma sincera e contínua obra de conversão, para experimentar a misericórdia do Pai, que vem ao encontro de todos” (cf. Porta Fidei, 13).