domingo, 9 de setembro de 2012
EFFATHÁ
Ir ao coração da
domingo, 29 de julho de 2012
Com o Evangelho de hoje
Passemos para o outro lado do mar! E retiremo-nos, para o monte, com Jesus e como Jesus! Da brisa plana do mar imenso, subamos às alturas da montanha, para assim “chegar com um dedo ao céu”. Do Mar ao Marão, bem pode chegar a deus a nossa oração! O Evangelho deste domingo põe em evidência a dupla faceta do monte: ele é lugar de intimidade entre Jesus e os seus discípulos, na oração e no repouso; e é, ao mesmo tempo, lugar onde a multidão sobe, para experimentar a convivialidade, na partilha do pão!
Pode parecer-nos que esta dupla dimensão, da oração e da partilha, não tenha nada a ver, uma com a outra. Mas o evangelho esclarece-nos: antes, durante e depois do milagre da partilha do pão, está Jesus em oração: Diz, ao início, o evangelho que “Jesus subiu ao monte e aí sentou-se com os discípulos” (Jo.6,3), num primeiro momento de intimidade e oração. Logo depois, diz que ao receber de André o pouco que havia, “Jesus tomou os pães e deu graças” (Jo.6,11) numa oração de bênção e louvor, porque o pouco com Deus é muito e o muito sem Deus é nada. E já no final, o evangelista deixa esta nota: “Jesus retirou-se novamente sozinho para o monte” (Jo.6,15). Assim, a oração está antes, durante e depois da ação. Porque a oração não é só uma questão de nos pormos a dizer palavras e a pedir ajuda a Deus; a oração é verdadeiramente “a experiência que abre o nosso coração a Deus, e assim gera também criatividade na busca de soluções” (Bento XVI, VII Encontro Mundial das Famílias, Festa dos Testemunhos, 2.06.2012). Jesus ensina-nos assim, uma dupla estratégia, no combate à pobreza e na resolução das dificuldades: fazer as coisas como se tudo dependesse de nós, com empenho e dedicação; e depois fazê-las como se tudo dependesse de Deus, com prontidão e confiança!
Isto mesmo respondeu Bento XVI, a uma pergunta de um casal da Grécia, no VII Encontro mundial das Famílias em Milão, a respeito do que seria possível fazer pelas famílias mais afetadas pela presente crise. Disse o Papa: “cada um procure fazer tudo o que lhe é possível; pense na família e nos outros, com um grande sentido de responsabilidade, sabendo que os sacrifícios são necessários para avançar. Que podemos fazer nós”? E sugeriu: “que realmente uma família assuma a responsabilidade de ajudar outra família”.
Pode parecer-nos que esta dupla dimensão, da oração e da partilha, não tenha nada a ver, uma com a outra. Mas o evangelho esclarece-nos: antes, durante e depois do milagre da partilha do pão, está Jesus em oração: Diz, ao início, o evangelho que “Jesus subiu ao monte e aí sentou-se com os discípulos” (Jo.6,3), num primeiro momento de intimidade e oração. Logo depois, diz que ao receber de André o pouco que havia, “Jesus tomou os pães e deu graças” (Jo.6,11) numa oração de bênção e louvor, porque o pouco com Deus é muito e o muito sem Deus é nada. E já no final, o evangelista deixa esta nota: “Jesus retirou-se novamente sozinho para o monte” (Jo.6,15). Assim, a oração está antes, durante e depois da ação. Porque a oração não é só uma questão de nos pormos a dizer palavras e a pedir ajuda a Deus; a oração é verdadeiramente “a experiência que abre o nosso coração a Deus, e assim gera também criatividade na busca de soluções” (Bento XVI, VII Encontro Mundial das Famílias, Festa dos Testemunhos, 2.06.2012). Jesus ensina-nos assim, uma dupla estratégia, no combate à pobreza e na resolução das dificuldades: fazer as coisas como se tudo dependesse de nós, com empenho e dedicação; e depois fazê-las como se tudo dependesse de Deus, com prontidão e confiança!
Isto mesmo respondeu Bento XVI, a uma pergunta de um casal da Grécia, no VII Encontro mundial das Famílias em Milão, a respeito do que seria possível fazer pelas famílias mais afetadas pela presente crise. Disse o Papa: “cada um procure fazer tudo o que lhe é possível; pense na família e nos outros, com um grande sentido de responsabilidade, sabendo que os sacrifícios são necessários para avançar. Que podemos fazer nós”? E sugeriu: “que realmente uma família assuma a responsabilidade de ajudar outra família”.
XVII Domingo do tempo Comum
«Deus é a força e o vigor do seu Povo»! Famintos e cansados, vimos ao lugar do repouso, onde o Senhor nos senta à mesa com Ele para nos dar uma palavra de reconforto e para nos repartir o pão que restaura as nossas forças. Para o fazermos de mãos limpas e coração puro, invoquemos a sua misericórdia!
quinta-feira, 26 de julho de 2012
São Joaquim e Sant`Ana
Com alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana.
Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece".
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.
Sant'Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant'Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.
A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.
São Joaquim e Sant'Ana, rogai por nós!
Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece".
Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.
Sant'Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.
O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant'Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.
A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.
São Joaquim e Sant'Ana, rogai por nós!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Vinde Comigo.....
«Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco» (Mc.6,31)! É Cristo, o Bom Pastor, que se compadece de nós e nos leva a descansar, nos conduz e nos prepara a mesa da abundância. Aqui reconforta a nossa alma. Vamos na escuta da sua palavra e ao abrigo da sua presença, celebrar o Domingo do nosso repouso, da nossa paz e da nossa alegria!
Leve Cristo consigo
Aprendamos, pois, a fazer férias de outra maneira.
Para recuperar de novo a vida, não basta visitar novos países,
descobrir paisagens desconhecidas ou entabular novas amizades!
A novidade deve vir de dentro para fora e não de fora para dentro!
Há, na verdade, um descanso que só se pode encontrar, no mistério de Deus,
acolhido no nosso coração e seguindo os passos de Jesus e na sua companhia!
É Ele o paraíso das nossas férias de sonho!
E parece dizer-nos, com sentido novo:
«Este ano, vá para fora cá dentro»…
domingo, 15 de julho de 2012
Hoje é Domingo
Bendito seja Deus! Assim começa o hino de louvor, com que o Apóstolo Paulo nos convida a contemplar a beleza e a riqueza do imenso mistério de amor, com que Deus nos cria e nos salva. De algum modo, somos desafiados a abrir o livro da criação e o livro das Escrituras, para nos maravilharmos com o pormenor com que Deus nos chama à vida e nos conduz no amor. Na debilidade do nosso coração, confiemo-nos à fortaleza da misericórdia divina:
segunda-feira, 9 de julho de 2012
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