Bom dia a todos os que visitam o meu "simples" blogue
Neste dia que Santa Agueda Vos ajude.
Hoje pela manhã ouvi falar de pobreza, desprendimento, tolerancia etc,
Para mim não ha pobreza maior, que é de não sabermos amar os outros.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
O Sacrificio faz parte da vida.
O sacrificio faz parte da vida. É algo que se deve assumir. não é uma coisa que devemos lamentar. Certas palavras estão na moda "conforto", "facilidade"... E há outras que hoje metem medo:"esforço", "é preciso andar", "demora muito tempo", "é muito dificil"...
O comercio assenta em mensagens que proclamam uma vida fácil, sem dificuldades. os problemas vêm quando desembrulhamos aquilo que compramos e não funciona, se estraga, nos deixa "na mão".
Então, percebemos que o "facil" não existe. Não somos poupados a dificuldades.
Aquilo que nos facilita a vida também a complica.
Nem tudo é tão facil como nos dizem. Um dia vem que nos temos que apear do conforto e enfrentar a vida com os seus problemas, o seu rosto a sua cruz, os seus desgostos e alegrias.
Nenhuma entrega está isenta de dificuldades. Não podemos preparar a vida sem sairmos dos caminhos já trilhados.
O comercio assenta em mensagens que proclamam uma vida fácil, sem dificuldades. os problemas vêm quando desembrulhamos aquilo que compramos e não funciona, se estraga, nos deixa "na mão".
Então, percebemos que o "facil" não existe. Não somos poupados a dificuldades.
Aquilo que nos facilita a vida também a complica.
Nem tudo é tão facil como nos dizem. Um dia vem que nos temos que apear do conforto e enfrentar a vida com os seus problemas, o seu rosto a sua cruz, os seus desgostos e alegrias.
Nenhuma entrega está isenta de dificuldades. Não podemos preparar a vida sem sairmos dos caminhos já trilhados.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Apresentação do Senhor
Hoje é o Santo dia em que jesus foi apresentado no templo por Maria e José. Extriormente cumpria as prescrições da lei, mas na verdade vinha ao encontro do seu povo fiel.
Aqueles dois Santos velhos, Simião e Ana, tinham vindo ao templo sobe a inspiração do Espírito Santo; iluminados pelo Espírito, reconheceram o senhor e anunciaram-n´O.
Vamos fazer o mesmo anunciar Jesus Salvador
Aqueles dois Santos velhos, Simião e Ana, tinham vindo ao templo sobe a inspiração do Espírito Santo; iluminados pelo Espírito, reconheceram o senhor e anunciaram-n´O.
Vamos fazer o mesmo anunciar Jesus Salvador
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Meu Pai entrego-ne
Meu Pai, entrego-me todo a Ti. Faz de mim o que Te agradar. Faças o que fizeres de mim, eu Te agradeço. Estou pronto para tudo, aceito tudo. O importante é que a tua vontade se faça em mim, e em todas as criaturas. Não desejo outra coisa, meu Deus. Entrego o meu espirito nas tuas mãos. Dou-to, meu Deus, com todo o amor do coração, porque te amo, e sinto que é urgência do amor eu dar-me, e colocar-me nas tuas mãos sem medida, com uma infinita confiança, porque és meu Pai.
sábado, 23 de janeiro de 2010
S.VICENTE (Mártir)
...Uma luz celestial veio dissipar as trevas da prisão e ao mesmo tempo derramou-se na alma daquele herói uma divina doçura, uma consolação deliciosa que o inundou de alegria. Desde logo, ficou o Santo restituído à antiga robustez. O seu corpo exalava um cheiro suavíssimo, que enchia de fragrância aquela masmorra hedionda; desceram a fazer-lhe companhia muitos espíritos angélicos, e juntos com o bem-aventurado Vicente cantavam hinos de louvor a Deus. A prisão converteu-se num paraíso de delícias.
A fragrância, os cânticos e o resplendor encheram de admiração os guardas; porém, o seu espanto subiu ao máximo grau quando viram o grande herói perfeitamente curado, sem o mais leve indício dos tormentos. Não era fácil resistir a tantas maravilhas. O carcereiro abraçou imediatamente a fé católica.
Oração
Ó Deus, eterno e todo-poderoso, de quem procede toda a sabedoria e fortaleza, dai-nos, como destes a São Vicente Mártir, a confiança em Vossa Palavra, a coragem nas dificuldades, a serenidade e a firmeza no sofrimento. Peço-vos pela intercessão de São Vicente Mártir, vosso servo fiel, a graça de (pausa para pedir a graça) e a fidelidade ao vosso amor até a eternidade. Amém.
A fragrância, os cânticos e o resplendor encheram de admiração os guardas; porém, o seu espanto subiu ao máximo grau quando viram o grande herói perfeitamente curado, sem o mais leve indício dos tormentos. Não era fácil resistir a tantas maravilhas. O carcereiro abraçou imediatamente a fé católica.
Oração
Ó Deus, eterno e todo-poderoso, de quem procede toda a sabedoria e fortaleza, dai-nos, como destes a São Vicente Mártir, a confiança em Vossa Palavra, a coragem nas dificuldades, a serenidade e a firmeza no sofrimento. Peço-vos pela intercessão de São Vicente Mártir, vosso servo fiel, a graça de (pausa para pedir a graça) e a fidelidade ao vosso amor até a eternidade. Amém.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Rezem Comigo
Senhor Jesus ensinai-me a ser generoso, a servir
como vós mereceis,
a dar-me sem medida a combater sem cuidar das feridas,
a trabalhar sem procurar descanso, agastar-me sem esperar outra recompensa
se não sabeis que faço a vossa vontade, Santa Amen
como vós mereceis,
a dar-me sem medida a combater sem cuidar das feridas,
a trabalhar sem procurar descanso, agastar-me sem esperar outra recompensa
se não sabeis que faço a vossa vontade, Santa Amen
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
SANTA MARIA MÂE DE DEUS
Santa Maria, Mãe de Deus, vós que destes ao mundo a verdadeira luz, Jesus, vosso Filho- Filho de Deus; Vós que vos entregaste completamente ao chamamento de Deus e vos tornastes, dessa maneira, fonte da bondade que brota dele; mostrai-nos a Jesus. Guiai-nos para Ele.
Ensinai-nos a conhecê-lo e amá-lo, a fim de também nós podermos tornar-nos capazes do verdadeiro amor e sermos fontes de água viva no meio do mundo sequioso.
Ensinai-nos a conhecê-lo e amá-lo, a fim de também nós podermos tornar-nos capazes do verdadeiro amor e sermos fontes de água viva no meio do mundo sequioso.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Bom ano de 2010
Hoje é o último dia do ano.
Aos que leram o meu blog muito e muito obrigado
Neste ultimo dia e nestas últimas horas queria dizer-vos, que irei rezar por todos vós.
Aqueles que porventura desiludi peço perdão.
A todos quantos me ajudam na minha caminhada, de joelhos por terra agradeço,
A todos os meus familiares amo-vos.
Sei que não sou a pessoa melhor do mundo, mas sei pedir desculpa
A minha vontade, os meus cabelos brancos, os meus 50 anos anseiam por chegar à meta que Deus escolheu para mim.
Junto de Jesus Eucarístico, peço neste dia em especial, para ajudar as pessoas doentes, os pobres, os marginalizados e por todos aqueles que não são compreendidos.
OBRIGADO
Aos que leram o meu blog muito e muito obrigado
Neste ultimo dia e nestas últimas horas queria dizer-vos, que irei rezar por todos vós.
Aqueles que porventura desiludi peço perdão.
A todos quantos me ajudam na minha caminhada, de joelhos por terra agradeço,
A todos os meus familiares amo-vos.
Sei que não sou a pessoa melhor do mundo, mas sei pedir desculpa
A minha vontade, os meus cabelos brancos, os meus 50 anos anseiam por chegar à meta que Deus escolheu para mim.
Junto de Jesus Eucarístico, peço neste dia em especial, para ajudar as pessoas doentes, os pobres, os marginalizados e por todos aqueles que não são compreendidos.
OBRIGADO
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Igreja
A Igreja, como Mãe, gera, cria e educa na fé os filhos de Deus. O Catecismo da Igreja Católica exemplifica: “É em Igreja, em comunhão com todos os baptizados, que o cristão realiza a sua vocação. Da Igreja recebe a Palavra de Deus, que contém os ensinamentos da ‘Lei de Cristo’; da Igreja recebe a graça dos sacramentos que o sustentam no ‘caminho’; da Igreja recebe o exemplo da santidade”.
E além disso, entre tantos outros aspectos do seu serviço materno, a Igreja permanece continuamente pendente dos seus filhos para lhes dar alento e os consolar, para os atender e mil maneiras, para os esperar e os receber no regresso se afastarem, e para lhes mostrar sempre o caminho da esperança que, através de Cristo e pela acção do Espírito Santo, conduz à casa eterna do Pai.
Tenhamos presente o n.º 2 da Lumen Gentium do Concílio Vaticano II: “E, aos que crêem em Cristo, decidiu chamá-los à santa Igreja, a qual, prefigurada já desde o principio do mundo e admiravelmente preparada na história do povo de Israel e na Antiga Aliança, foi constituída no fim dos tempos e manifestada pela efusão do Espírito, e será gloriosamente consumada no fim dos séculos”.
Etimologicamente, “igreja” é um termo proveniente do grego (“ekklesia”), que por sua vez traduz a palavra hebraica “qahal”, e que significa tanto “assembleia convocada” como “assembleia reunida”. O vocábulo emprega-se no Antigo Testamento para assinalar Israel como “comunidade santa” e como “povo de Deus” reunido para o culto e louvor de Yahvé.
A Igreja surge como um projecto trinitário. A História da Salvação começou no momento da queda de Adão e Eva, passou pela eleição de Israel como povo de Deus, alcançou o seu centro e cume com a encarnação, morte e ressurreição de Jesus, o Salvador, e prossegue agora o seu curso até se completar no final dos tempos com a instauração definitiva do Reino de Deus. Este é o “tempo da Igreja” – àquele que vai, desde a sua fundação por Cristo e a vinda do Espírito Santo no Pentecostes, até à sua futura consumação no final dos tempos.
Não podemos avançar sem trazer aqui as palavras de Jesus do Evangelho segundo S. Mateus (Mt 16, 18): “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. A Igreja não se entende sem Cristo, que a fundou para perpetuar na história a sua missão. Por isso, a Igreja é “sacramento universal de salvação”, quer dizer, sinal eficaz e real da acção redentora de Cristo entre todos os homens até ao fim dos séculos. Resumindo, a Igreja salva, enquanto é portadora em plenitude dos poderes e dos meios de santificação com que Cristo a dotou.
Para mim, a Igreja continua a manifestar este terno sentido maternal. Acolhe, recebe, ampara, ensina, alimenta…, tudo para aqueles que verdadeiramente querem conhecer a Jesus Cristo e atingir a plenitude da salvação. Muitos são aqueles que continuam dispersos, longe deste sentido maternal, muitos são aqueles que entendem a Igreja apenas como serviço. Para lá de tudo isto, eu entendo e vivo a Igreja na linha do que nos diz São Pedro: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação régia, povo adquirido por Deus, para proclamar as obras maravilhosas d’Aquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. Vós que antes não éreis povo, agora sois povo de Deus”.
E além disso, entre tantos outros aspectos do seu serviço materno, a Igreja permanece continuamente pendente dos seus filhos para lhes dar alento e os consolar, para os atender e mil maneiras, para os esperar e os receber no regresso se afastarem, e para lhes mostrar sempre o caminho da esperança que, através de Cristo e pela acção do Espírito Santo, conduz à casa eterna do Pai.
Tenhamos presente o n.º 2 da Lumen Gentium do Concílio Vaticano II: “E, aos que crêem em Cristo, decidiu chamá-los à santa Igreja, a qual, prefigurada já desde o principio do mundo e admiravelmente preparada na história do povo de Israel e na Antiga Aliança, foi constituída no fim dos tempos e manifestada pela efusão do Espírito, e será gloriosamente consumada no fim dos séculos”.
Etimologicamente, “igreja” é um termo proveniente do grego (“ekklesia”), que por sua vez traduz a palavra hebraica “qahal”, e que significa tanto “assembleia convocada” como “assembleia reunida”. O vocábulo emprega-se no Antigo Testamento para assinalar Israel como “comunidade santa” e como “povo de Deus” reunido para o culto e louvor de Yahvé.
A Igreja surge como um projecto trinitário. A História da Salvação começou no momento da queda de Adão e Eva, passou pela eleição de Israel como povo de Deus, alcançou o seu centro e cume com a encarnação, morte e ressurreição de Jesus, o Salvador, e prossegue agora o seu curso até se completar no final dos tempos com a instauração definitiva do Reino de Deus. Este é o “tempo da Igreja” – àquele que vai, desde a sua fundação por Cristo e a vinda do Espírito Santo no Pentecostes, até à sua futura consumação no final dos tempos.
Não podemos avançar sem trazer aqui as palavras de Jesus do Evangelho segundo S. Mateus (Mt 16, 18): “Eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”. A Igreja não se entende sem Cristo, que a fundou para perpetuar na história a sua missão. Por isso, a Igreja é “sacramento universal de salvação”, quer dizer, sinal eficaz e real da acção redentora de Cristo entre todos os homens até ao fim dos séculos. Resumindo, a Igreja salva, enquanto é portadora em plenitude dos poderes e dos meios de santificação com que Cristo a dotou.
Para mim, a Igreja continua a manifestar este terno sentido maternal. Acolhe, recebe, ampara, ensina, alimenta…, tudo para aqueles que verdadeiramente querem conhecer a Jesus Cristo e atingir a plenitude da salvação. Muitos são aqueles que continuam dispersos, longe deste sentido maternal, muitos são aqueles que entendem a Igreja apenas como serviço. Para lá de tudo isto, eu entendo e vivo a Igreja na linha do que nos diz São Pedro: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação régia, povo adquirido por Deus, para proclamar as obras maravilhosas d’Aquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa. Vós que antes não éreis povo, agora sois povo de Deus”.
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