segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Programa Espiritual para o Advento

- Conversão do coração para nele acolher, pela fé, Cristo.

- Cultivar a virtude teologal da esperança, dando testemunho dela e de Jesus Cristo, do Emanuel (Deus connosco).

- Peregrinar sob o futuro e não no presente, não agarrado ao material mas fixo no espiritual

- Oração mais intensa, se calhar, perante uma imagem ou ícone de Cristo, na qual devemos rezar pelos judeus para que reconheçam em Jesus o Messias prometido, por eles ainda hoje esperado.

Na tua luz Senhor Ajuda-nos

Por todos aqueles que são vítimas do terrorismo para que a sua morte não seja em vão e o mundo aprenda a construir laços de paz com base no amor e na harmonia entre as nações e os povos.Por todos nós, para que saibamos olhar para os sinais dos tempo Por todos aqueles que são vítimas do terrorismo para que a sua morte não seja em vão e o mundo aprenda a construir laços de paz

domingo, 11 de dezembro de 2011

Meditei bastante

Recebi uma mensagem no meu telémovel de um amigo de dizia: "Queria ser pequenino, bem pequenino, para entrar no Sacrário e ficar junto de Jesus, para sempre"´. É certo que esta mensagem me fez reflectir muito, querer estar para sempre junto de Jesus. É maravilhoso, será a Luz em nós, seria a planitude dos tempos ,a vida dentro da vida.
Sim meu amigo como seria bom estarmos sempre com Jesus, mas podemos estar! longe do pecado, longe da escravião, longe da vida facil etc.
Mas perto de Jesus é estar com os irmãos, é estender a mão, é dar-mo-nos, é viver em oraçao, é saber ter caridade.
Depois de algumas horas mal dormidas porque esta mensagem mexeu comigo, nunca tinha pensado assim .
E Tu Amigo, não precisas de ir para dentro do Sacrário, tens o Sacrário dentro de ti.
Porque as tuas mãos estão sempre abertas e estendidas para os irmãos, tu sabes o que é caridade, tu sabes o que partilhar amor com os que não têm, estás sempre disposto a ajudar, a tua palavra favorita é sempre sim. Acredito que Jesus está constantemente a olhar para ti, CONTINUA GRANDE.
Reza por mim e pede a Jesus que me deixe ser Sacrário d`Ele.

Advento Tempo de Esperança

Deus da Paz,
Deus fiel, Deus Santo!
Tu sabes,
que o espírito está pronto,
mas a carne é fraca!
Só Tu podes santificar,
até ao fundo,
todo o nosso ser!
Abre-nos o coração
ao poder da Tua graça,
Espírito, corpo e alma,
em oração,
num fervor incansável,
que só pode vir do Amor!
Ensina-nos, Senhor,
a rezar sem cessar,
a ver, a ouvir, a julgar, tudo e sempre, à Tua Luz,
para que nada em nós
se perca,
quando vier e nos chamar o Teu Filho Jesus!
Que contigo vive e reina na unidade do Espírito Santo!

Evangelho Jo 1, 6-8.19-28

Apareceu um homem enviado por Deus, chamado João. Veio como testemunha, para dar testemunho da luz, a fim de que todos acreditassem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Foi este o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram, de Jerusalém, sacerdotes e levitas, para lhe perguntarem: «Quem és tu?». Ele confessou a verdade e não negou; ele confessou: «Eu não sou o Messias». Eles perguntaram-lhe: «Então, quem és tu? És Elias?». «Não sou», respondeu ele. «És o Profeta?». Ele respondeu: «Não». Disseram-lhe então: «Quem és tu? Para podermos dar uma resposta àqueles que nos enviaram, que dizes de ti mesmo?». Ele declarou: «Eu sou a voz do que clama no deserto: ‘Endireitai o caminho do Senhor’, como disse o profeta Isaías». Entre os enviados havia fariseus que lhe perguntaram: «Então, porque baptizas, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?». João respondeu-lhes: «Eu baptizo na água, mas no meio de vós está Alguém que não conheceis: Aquele que vem depois de mim, a quem eu não sou digno de desatar a correia das sandálias». Tudo isto se passou em Betânia, além do Jordão, onde João estava a baptizar.
Reflectindo o Evangelho
Quando fazemos alguma pergunta a alguém esperamos obter uma resposta. E quanto mais rápida, imediata e concisa for a resposta mais satisfeitos ficamos. Por exemplo, quando vamos a uma loja comprar um electrodoméstico fazemos perguntas sobre as suas características específicas para saber se é esse o tipo de electrodoméstico que realmente nos faz falta. Se o vendedor começa a dizer-nos aquilo que não pretendemos saber ou a não responder de forma clara àquilo que queremos, rapidamente desistimos da compra e vamos procurar outra loja. É por isso que as respostas de João Baptista, no Evangelho deste Domingo, devem ter deixado insatisfeitos os sacerdotes e os levitas que o foram interrogar. Ele não lhes dava respostas concretas, mas limitava-se a apontar para Alguém que era mais do que ele. Ele tinha bem presente que era um enviado, um mensageiro que devia preparar o caminho para a mensagem. Ele era a «voz que clama no deserto» (Evangelho), a voz que anuncia a Palavra. Esta consciência de ser, não a Palavra mas a voz que a anuncia, é fruto de uma outra consciência: a de estar possuído pelo Espírito Santo, o mesmo Espírito que faz de cada um de nós verdadeiros mensageiros da Palavra. «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque o Senhor me ungiu e me enviou a anunciar a boa nova» (1.ª leitura). Este é o motivo da nossa alegria: estar possuído pelo Espírito do Senhor que nos leva a exultar como Maria no Salmo Responsorial: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu salvador». A alegria de Maria é a alegria de quem se deixou possuir pelo Espírito de Deus e encontrou a res-posta à proposta que o Pai tem para si.
Vivendo o Evangelho
S. Paulo também nos recomenda viver em alegria: «Vivei sempre alegres». Esta alegria torna-se presente e comunica-se aos irmãos pela nossa própria alegria. Ela é contagiante! O grande desafio que Jesus nos lança neste Domingo é exactamente este: vivermos neste Espírito que faz brotar em nós a alegria. A alegria que nos faz avaliar tudo e conservar tudo o que é bom; a alegria que nos leva a afastar de todo o mal

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

É Urgente

É urgente o amor
É urgente um barco no mar
É urgente destruir certas palavras,
Ódio, solidão e crueldade,
Alguns lamentos,
Muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
Multiplicar os beijos, as searas,
É urgente descobrir rosas e rios
E manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros e a luz
Impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
Permanecer.

Advento tempo de Espera

Deus da paciência e da consolação:

Tu não Te cansas de nos esperar,
e dás-nos todo o tempo do mundo,
para nos acolheres, escutares e falares ao coração!
A tua bondade convida-nos a voltar para Ti,
para encontrarmos em Cristo Jesus, Teu Filho,
a harmonia dos nossos sentimentos, tão dispersos!

Deus da paciência e da consolação:

ensina-nos, em casa e em família,
a termos tempo uns para os outros!
Torna-nos capazes de falarmos ao coração, de calarmos e de dizermos, de corrigirmos e de consolarmos,
em tudo e sempre, só por amor!

Deus da paciência e da consolação:

Dá-nos a coragem de todos os dias,
para reatar, entre nós e conTigo,
um diálogo sincero e humilde, respeitador e pacífico,
de modo que as dificuldades frutifiquem a paciência,

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Imaculada Toda Pura


A Imaculada Conceição é segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha ("mácula" em latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.

A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV.

A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854. A Igreja Católica considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"), bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão. Uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho.
Em sua Constituição Apostólica Ineffabilis Deus (8 de Dezembro de 1854), que definiu oficialmente a Imaculada Conceição como dogma, o Papa Pio IX recorreu principalmente para a afirmação de Gênesis 3:15, onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar à luz o Cristo, que reconciliaria o homem com Deus. O verso "Tu és toda formosa, meu amor, não há mancha em ti" (na Vulgata: "Tota pulchra es, amica mea, et macula non est in te, no Cântico dos Cânticos (4,7) é usado para defender a Imaculada Conceição, outros versos incluem:

"Também farão uma arca de madeira incorruptível; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura." (Êxodo 25:10-11)

"Pode o puro[Jesus]Vir dum ser impuro? Jamais!"(Jó 14:4)

"Assim, fiz uma arca de madeira incorruptível, e alisei duas tábuas de pedra, como as primeiras; e subi ao monte com as duas tábuas na minha mão." (Deuteronômio 10:3)

Outras traduções para a palavras incorruptível ("Setim" em hebraico) incluem "acácia", "indestrutível" e "duro" para descrever a madeira utilizada. Moisés usou essa madeira porque era considerada muito durável e "incorruptível". Maria é considerada a Arca da Nova da Aliança (Apocalipse 11:19) e, portanto, a Nova Arca seria igualmente "incorruptível" ou "imaculada".

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Reflectindo o Evangelho do 1º Domingo

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!».


É um fabuloso espectáculo observar as árvores de folha caduca nesta altura do ano. As folhas começam a envelhecer e a mudar de cor. Do verde passam aos vários tons de amarelo, vermelho e castanho. Depois, o vento, com o mais leve toque e a mais suave força, embala-as deixando-as a cobrir o chão. A fragilidade dessas folhas de árvore nada pode face à mais ligeira brisa do vento que sopra.
É curioso que o profeta Isaías também use a imagem das folhas que caem para se referir à nossa vida e à fragilidade que a marca. «Todos nós caímos como folhas secas, as nossas faltas nos levavam como o vento» (1.ª leitura). De facto, somos breves, somos passageiros neste mundo. A Primavera e o Verão passam num instante e depressa chegamos ao Outono. E, para mais, esta nossa fragilidade é acentuada pelas faltas que temos. Daí o convite insistente do Evangelho: «Vigiai».
Num primeiro momento podemos ver nesta vigia uma espécie de preparação para o momento que, mais tarde ou mais cedo, virá a cada um de nós. Todos temos um fim e devemos estar preparados para ele: «Vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento» (Evangelho). Mas o texto do Evangelho vai mais longe. Ele não pretende alertar-nos apenas para o fim da nossa existência terrena. Ele pretende alertar-nos para o momento em que, sem contarmos, encontramos o dono desta casa que é o nosso ser e que a ela volta, aquecendo-a com a sua presença. Quantas vezes já não o teremos encontrado, à tarde, à meia-noite, ao cantar do galo ou de manhãzinha (ver Evangelho) mas, porque desatentos ou a dormir, não o reconhecemos. E ele estava à nossa frente: no rosto de cada um dos nossos irmãos.

Vivendo o Evangelho
Devemos vigiar, vigiar, vigiar. É a recomendação insistente do Evangelho que inicia este novo ano litúrgico. O Senhor vem. Ele quer habitar no nosso ser, na casa que lhe foi destinada desde o nosso baptismo. E normalmente apresenta-se disfarçado. Estejamos atentos, vigiando, para o reconhecer quando Ele nos bater à porta. Sim, porque só Ele tem poder para nos enriquecer em tudo e «nos tornar firmes até ao fim» (ver 2.ª leitura).

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Rezar no Advento

Senhor, és o meu Deus,
és a Minha Luz.
Queremos gravar, no coração, de cada um e da nossa família,
o nome bendito do Teu Filho Jesus!
Ao acendermos esta vela recordamos e agradecemos a graça do Baptismo,
a luz pequenina da fé,
que nos abriu os olhos, para o céu.
Recordamos
e agradecemos a Palavra de Deus,
que é farol dos nossos passos
e luz dos nossos caminhos,
sobre este mundo, às vezes,
tão escuro.
Com esta luz que brilha em nós, recordamos
e agradecemos o pão partido da Eucaristia, em que os nossos olhos se abrem para reconhecer a humilde presença de Jesus!
Esta vela acesa, nos guie para aquela intensa luz, vinda do Céu,
que iluminou o coração do Apóstolo Paulo e o transformou
para dar a conhecer o teu Nome
a todos os Povos.
Que esta Luz acesa dentro de nós, nos ajude a dar testemunho de Jesus,
sobretudo onde há trevas de medo, de tristeza e solidão.
Que esta luz acesa nos ajude a esperar, com amor o Natal.
Oh Jesus: sê, para nós,
a verdadeira Luz,
que ao vir a este mundo, ilumina o coração de todos nós!