sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Crer e Confiar
Habituamo-nos,
pois, a crer e a confiar, a conhecer e a rezar, a um Deus único, mas que não é,
de modo algum, uma omnipotência isolada,
uma divindade solitária, uma entidade suprema estranha à nossa vida!
Professar a fé na Santíssima Trindade é celebrar, rezar e viver o mistério de um
Deus de Amor, que é eternamente relação pura e pessoal de comunhão, a melhor e
a mais perfeita comunidade de amor! Entramos, pois, neste mistério indizível da
santíssima trindade, não por uma excecional
inteligência, mas abrindo, no coração, a porta da fé, a Jesus Cristo! É em
Cristo, no seu rosto humano, na sua palavra de vida eterna, na sua vida mortal,
na sua morte vital, na sua ressurreição gloriosa, que Se nos dá a tocar e a contemplar
o rosto visível, desta trindade de amor! Quem O vê, vê o Pai. E tudo o que o
Pai tem, dá-O ao Filho. E tudo o que o Filho recebe do Pai, faz-se dom, para
nós, no Espírito Santo! O Deus assim revelado, em Cristo Jesus, é, por isso,
comunhão de pessoas diferentes, em que todas, mutuamente se dão e se recebem,
num intercâmbio eterno de amor, que se derrama e se faz dom para nós!
O Mistério Cental da Fé
“O mistério da
Santíssima trindade é o mistério central da nossa fé cristã”! (CIC 261).
Quase, sem nos darmos conta, desde o primeiro sinal da cruz, ao toque das
trindades, desde a saudação inicial à despedida da missa, desde as palavras do
batismo à aspersão da água nas exéquias, desde as nossas orações mais simples à
oração eucarística, sempre evocamos e invocamos, celebramos e professamos a nossa
fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo.
Trazemos, como credo, na boca e do coração, este inefável mistério do amor
divino, que une, na trindade de uma só
natureza, as três pessoas divinas, Pai,
Filho e Espírito Santo!
domingo, 19 de maio de 2013
Das Cinzas Quaresma, ao fogo de Pentecostes
Das Cinzas da Quaresma, ao fogo do Pentecostes, foram três meses
intensos, deste belíssimo Ano da Fé! Propusemo-nos, dia a dia, semana a semana,
a sós, em família, em grupo, em comunidade, “içar as velas da fé, na barca da Igreja, para a deixar navegar ao sopro
do Espírito Santo”! Nos 40 dias de preparação, que já lá vão, e nestes 50
dias de celebração festiva da Páscoa, que agora se cumprem, procurámos deixar o
sopro do Espírito Santo entrar por alguma fresta do nosso coração e reacender
em nós a chama da fé. Na verdade, não é possível deixar navegar a barca da
Igreja, ao sopro do Espírito Santo, se não forem içadas, pelo mesmo sopro, as
suas velas, que são o coração de cada um dos batizados. Não há, pois, reforma e
avanço da Igreja, no mar da história, sem o aprofundamento e a renovação da fé,
em todos e cada um dos seus membros.
Estamos reunidos, no mesmo lugar, como os apóstolos,
para acolher o Espírito Santo. Ele é o Amor de Deus, derramado em nossos
corações. Ele procede do Pai, vem de Deus, e chega até nós, por meio de Jesus
Cristo, seu Filho! Ele enche e preenche esta casa de paz, de alegria, de vida e
entusiasmo. O Espírito Santo é como um sopro, que dá vida! É como um vento, que
impele a vela de um navio, que se faz corajosamente ao mar. Ele é como um fogo,
que arde sem se ver, dentro de nós! É como uma torrente de água viva, que
renova a terra inteira e a faz produzir os melhores frutos. Recebemos este
Espírito, pelo Batismo. Vamos recordar e refrescar a graça desse dom, através
da aspersão da água batismal
sexta-feira, 29 de março de 2013
As últimas 24 horas de Jesus
As coroas que Cristo tem

terça-feira, 26 de março de 2013
Encontro com Jesus

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