domingo, 31 de maio de 2009

Espírito Santo dá.me um coração


Espiríto Santo, dá-me um coração grande, aberto à tua silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todoas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezivel competição humana, compenetrado no sentido da igreja!

Um coração grande, desejoso de tornar-se semelhante ao coração de Jesus!

Um coração grande e forte para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos!

Um coração grande e forte para superar todas as provações, todo o tédio, todo o cansaço, toda a desilusão, toda a ofensa!

Um coração grande e forte, constante até ao sacrificio, quando for necessárrio.

Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir fielmente a vontade do Pai.

quinta-feira, 28 de maio de 2009


Senhor Acredito Que Me Amas Muito

Que Quesres de Mim?

terça-feira, 26 de maio de 2009

"Nossa Senhora"

Ó Auxiliadora de todos os séculos
Ó gáudio dos Anjos!
Ó luz radiante,
estrela dos desorientados!
Ó Adevogada dos cristãos,
Maria
terror de todos os ímpios.
Rompei as cadeias de nossos delitos e
conduzi-nos ao Vosso Santo Reino.
Vós que amparais os que correm perigo
e a Vós clamam, ó esplêndorosa Rainha do mundo,
Socorrei-nos agora e quando estivermos em face da morte.

( Antifona O Adjutrix omnium)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Humildade

Deus só se revela aos humildes. Só a esses se comunica, invade, inebria da sua divina presença. Resiste aos soberbos, aos orgulhosos, por isso olhou, aos sábios deste mundo. Por isso se revela a Maria, por isso olhou com predilecção para a humanidade de sua serva e fez n`Ela maravilhas.
Ser humilde é ser disponível e pobre diante de Deus, aceitar a sua vontade, querer e fazer só o que o Senhor quer e deseja. Humildade que é aceitação total, dependência perfeita d`Aquele que disse, sem Mim nada pode fazer.
Maria Santíssima proclama-se a Serva do Senhor. Aceita em humildade o convite divino, os prodigiosos dons de Deus. Não se envaidece, não se atribui esses prodígios. Não se contempla com complacência mas olha humilde Aquele que faz d`Ela a bem-aventurada por todas as gerações. Não se considera mais do que os outros pois sabe que o que tem e é, veio-Lhe de Deus o autor de todos os bens e de todos os dons.
Porque é humilde não quer privilégios, regalias, honras humanas. Centra-se no essencial abre-se ao divino, vive a simplicidade e a pobreza da mulher da Nazaré. Não apela para as suas prerrogativas, não atrai as atenções, não se elogia a si própria. Porque é humilde entra na gratidão dos pobres e canta as maravilhas de Deus. Aceita os dons, mas faz deles motivos de humildade prece, de exultação interior em cântico incessante ao seu Senhor.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A Igreja é o Reino?

Numa citação da Redemptoris Missio n.º 12 de que “o Reino não pode ser separado da Igreja”; e diz-nos o Concílio Vaticano II “Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos e constitui germe e principio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela construção do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória”.
Podemos afirmar de que o Reino de Deus é a finalidade, missão e razão de ser últimas da Igreja. Tendo em conta a própria Sagrada Escritura, o Reino de Deus foi profetizado a Israel e instituído por Jesus, é propagado pela Igreja, e só será completado no fim do mundo, quando Cristo, que “deve reinar até pôr todos os inimigos debaixo dos seus pés”, “entregue a Deus Pai o reino”, “para que Deus esteja em todas as coisas”.
O Reino anunciado por Jesus trás a graça e a salvação da parte de Deus. É a salvação do homem em todas as suas dimensões. Esta salvação que, como oferta de Deus exige uma resposta, é universal, dirigida a todos os homens e se tornou presente na história, na pessoa e nas acções de Jesus, mas só alcançará a sua plenitude no fim dos tempos. Quando a Igreja nasce, é motivada pela necessidade de tornar presente o Reino de Deus. Se o Reino de Deus foi o essencial da vida de Jesus Cristo, também será o essencial da vida da Igreja. O Reino de Deus anunciado por Jesus não se pode separar do novo povo de Deus. O Reino de Deus não é uma realidade puramente espiritual e interior, que supõe apenas um compromisso somente na relação pessoal com Deus. É, pelo contrário, a presença da salvação de Deus na história do povo eleito. A obra de Jesus pretende, por conseguinte, reunir o novo povo de Deus, o povo de Deus dos últimos tempos.
A presença de Jesus inaugura o Reino nos que escutam a sua palavra, suscitando assim uma comunidade de fé e de amor na espera da plena manifestação do Reino.
Tomemos as palavras do Catecismo da Igreja Católica (763):
Pertence ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação de seu Pai; tal é o motivo da sua “missão”. “O Senhor Jesus deu inicio à sua Igreja, pregando a boa-nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras” (LG 5). Para cumprir a vontade do Pai, Cristo inaugurou na Terra o Reino dos Céus. A Igreja “é o Reino de Cristo já presente em mistério” (LG 3).

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Reflectir com os místicos

" Por mais mistérios e maravilhas que tenham descoberto os santos Doutores e entendido as almas santas, neste estado de vida, o melhor fica-lhes por dizer e até por entender, e assim há muito que aprofundar em Cristo, porque Ele é como uma mina abundante com muitas cavidades cheias de tesouros, que por mais que afundem nunca lhes encontram o fim nem termo, antes em cada cavidade vão encontrando novas veias de novas riquezas."

São João da Cruz

terça-feira, 19 de maio de 2009

A ausência de Deus

Se Deus fica ausente da minha vida, se Jesus fica ausente da minha vida, falta-me um guia, uma amizade essencial e também uma alegria que me faz falta para a vida.
Falta-me também a força para crescer como pessoa, para superar as minhas inclinações para o mal e amadurecer em termos humanos.
Meu Senhor e meu Deus não te ausentes da minha vida.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Eu creio em Deus que é Amor.

“Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus. Todo o que ama nasce de Deus e conhece a Deus. Quem não ama, não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1 Jo 4,7-8).
Ao fazer esta afirmação procuro em primeiro lugar confessar com os lábios e com o coração que Deus é Amor. Este conhecimento de Deus pode acontecer parcialmente, mediante a Razão e acontece mais profundamente, mediante a Fé que acolhe a Revelação. A Fé é a resposta da Revelação de Deus, que Se deu a conhecer ao homem, a quem “Se revelou a Si mesmo e manifestou o mistério da Sua vontade
“O Deus da nossa Fé, Aquele que professamos é o Deus de Abraão, nosso pai na Fé”. É “o Deus de Isaac e de Jacob”, isto é, de Israel (Mc 12,26), o Deus de Moisés – e finalmente e sobretudo é “Deus, Pai de Jesus Cristo”Ele, que é a Fonte da Palavra que descreve a Sua progressiva auto manifestação na História, revela-se plenamente no Verbo Encarnado, Filho eterno do Pai.
A afirmação “Deus é Amor” vem coroar toda verdade acerca de Deus, a qual abriu caminho, por meio de numerosas palavras e muitos acontecimentos, até se tornar plena certeza da Fé, com a vinda de Jesus Cristo, e sobretudo com a Sua Cruz e a Sua Ressurreição. São palavras nas quais encontra eco fiel a afirmação do próprio Cristo: “Deus amou de tal forma o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que n’Ele acredita não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
A nossa Fé – a Fé da Igreja – a minha profissão de Fé, culmina nesta verdade suprema: Deus é Amor. Revelou-Se a Si mesmo, de modo definitivo, como Amor, na Cruz e Ressurreição de Cristo.
A verdade de que Deus é Amor constitui como que o ápice de tudo o que foi revelado “por meio dos profetas e ultimamente por meio do Filho…” – como diz a Epístola aos Hebreus (Hb 1,1). Esta verdade ilumina todo o conteúdo da Revelação divina, e em particular a realidade revelada pela Criação através da Aliança. Se a Criação manifesta a Omnipotência do Deus-Criador, o exercício da Omnipotência explica-se definitivamente por meio do Amor.
Neste Deus que é Amor, creio num Deus que Se fez pequeno, que Se entregou por nós, um Deus que não nos quer amedrontar, mas que Se mostra a cada um de nós com a ternura do infinito amor. O Deus da Cruz é o Deus da caridade, que ama com amor pessoal, porque Ele é amor pessoal. A Cruz oferece-nos o rosto de toda a Trindade, como o rosto do Deus que é Amor.

domingo, 17 de maio de 2009

Magnificat anima mea dominum"


A minha alma engrandece o Senhor(Lc 1, 46, Maria exprime assim todo o programa da sua vida: não colocar-se a si mesma ao centro, mas dar espaço ao Deus que encontra tanto na oração como no serviço ao próximo, só então o mundo se torna bom.Maria é grande, precisamente porque não quer fazer-se grande a si própria, mas engrandecer a Deus.

A comunhão da fé

Ninguém crê apenas por si mesmo. acreditamos sempre na e com a Igreja. O Credo é sempre um acto partilhado, um deixar-se iserir numa comunhão de caminho, de vida, de palavra, de pensamento.
Não somos nós que "fazemos" a fé, no sentido de que é Deus que no-la dá. Mas também não a "fazemos" no sentido de que ela não deve ser inventada por nós. Devemos por isso dizer, deixar-nos cair na comunhão da fé e da Igreja